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Nossa proposta para o blog nas próximas semanas é a de produzir textos sobre os principais indicados ao Oscar 2019. Sendo assim, hoje escolhi dar continuidade a esse projeto com uma análise do filme Bohemian Rhapsody. O longa-metragem concorre à estatueta em cinco categorias: filme, ator, mixagem de som, edição e edição de som.

Bohemian Rhapsody é uma biografia que conta a história do cantor Freddie Mercury e sua trajetória com uma das bandas de rock de maior sucesso no mundo, o Queen. O filme nos apresenta o histórico de como os integrantes se conheceram até se tornarem famosos, mas podemos observar que o foco da produção acompanha os conflitos que  também surgem na vida pessoal de Mercury.

      Posso dizer que gostei muito do filme, apesar de saber que o roteiro fez uso de algumas licenças poéticas que fizeram com que ele fosse um pouco criticado pelos fãs mais exigentes da banda (se quiser ver o que foi mudado da história original do Queen, clique aqui). Bohemian Rhapsody é um filme que traz consigo algumas polêmicas até os dias de hoje, mas nada disso tira o seu mérito nesta premiação e vou explicar as razões disso.


Na última quinta-feira, os fãs ficaram apaixonados pelo teaser divulgado da nova animação de O Rei Leão, que estreia no ano que vem. A nova versão tem traços mais realísticos, o que fez com que alguns confundissem com live-action. Apesar de continuar sendo um trabalho de animação, o que mais encantou os fãs foi a fidelidade que o trailer mostra em relação ao filme original.

Por também amar esse filme, que apresenta a trilha sonora mais marcante de todas as animações da Disney na minha opinião, resolvi escrever esse TOP 5 das minhas músicas favoritas das produções da Disney. Além dessas, há outras ótimas canções que para mim merecem ser citadas, como Colors of The Wind (Pocahontas), Beauty and the Beast (A Bela e a Fera) e Once Upon a Dream (A Bela Adormecida), então considerem que foi difícil escolher apenas cinco. 


Na última sexta-feira, a banda britânica Muse lançou seu oitavo álbum, “Simulation Theory”. Com o lançamento do primeiro single, “Dig Down”, no ano passado, admito que eu não estava muito confiante sobre esse álbum, mas acabei me surpreendendo muito. Posso dizer que ainda prefiro “The Resistance” e “Drones”, mas o novo álbum tem muitos pontos positivos.

Assim como os álbuns anteriores, que traziam músicas contextualizadas com fortes críticas sociais e até sociedades distópicas, “Simulation Theory” também apresenta essa temática, porém de forma mais leve, seguindo pelo viés do retrofuturismo e da ficção científica da década de 1980. Inclusive, a capa do álbum foi feita por Kyle Lambert, o mesmo criador de arte da série Stranger Things.