Nossa
proposta para o blog nas próximas semanas é a de produzir textos sobre os
principais indicados ao Oscar 2019. Sendo assim, hoje escolhi dar continuidade
a esse projeto com uma análise do filme Bohemian
Rhapsody. O longa-metragem concorre à estatueta em cinco categorias: filme,
ator, mixagem de som, edição e edição de som.
Bohemian Rhapsody é
uma biografia que conta a história do cantor Freddie Mercury e sua trajetória
com uma das bandas de rock de maior sucesso no mundo, o Queen. O filme nos
apresenta o histórico de como os integrantes se conheceram até se tornarem
famosos, mas podemos observar que o foco da produção acompanha os conflitos que também surgem na vida pessoal de Mercury.
Posso dizer que
gostei muito do filme, apesar de saber que o roteiro fez uso de algumas
licenças poéticas que fizeram com que ele fosse um pouco criticado pelos fãs
mais exigentes da banda (se quiser ver o que foi mudado da história original do
Queen, clique aqui). Bohemian Rhapsody
é um filme que traz consigo algumas polêmicas até os dias de hoje, mas nada
disso tira o seu mérito nesta premiação e vou explicar as razões disso.







